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Espaço Pedagógico

Relato de uma experiência em Ensino Religioso

Segunda-feira, 11 de abril de 2011 - 19h31min

<br>Fonte: FONAPER

O presente projeto foi desenvolvido pela Prof. Cleusa Schmidt Krüger, especialista em Fundamentos e Metodologias do Ensino Religioso em Ciências da Religião – FURB/SC, com graduação em Ensino Religioso – UNIVILLE/SC. É Professora da Rede Municipal de Jaraguá do Sul/SC com regência nas turmas do 1º ano ao 9º ano na Disciplina de Ensino Religioso. E-mail: cleusakruger@gmail.com

INTRODUÇÃO

 O presente relato refere-se ao Projeto Viagem de Estudos: Templos Sagrados, que foi desenvolvido nas aulas de Ensino Religioso com as turmas dos 8ºs anos, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Waldemar Schmitz, no Município de Jaraguá do Sul/SC.

Este projeto foi desenvolvido com o intuito de proporcionar aos estudantes a ampliação de conhecimentos já trabalhados em sala de aula, entrando em contato com pessoas de outras crenças religiosas, no sentido de observar, analisar os diferentes templos sagrados e manifestações de fé.

      Desenvolveu-se por meio dos seguintes objetivos: Compreender a função dos templos sagrados e suas diferentes modalidades; Conhecer as diferentes formas de religiosidade; Conhecer os diferentes símbolos, ritos e textos sagrados presentes nos templos religiosos visitados; Reconhecer a diversidade religiosa; Despertar o sentimento de respeito à fé do outro.

Sabe-se que na escola e também fora dela, como uma viagem de estudos, que a aprendizagem pode se tornar mais significativa e prazerosa, além de práticas pedagógicas diferenciadas. Compete também ao Ensino Religioso, enquanto componente curricular, desenvolver práticas que promovam a reflexão e o entendimento das diferenças por meio do estudo do fenômeno religioso.

O fenômeno religioso pode também ser analisado a partir dos templos sagrados, pois, pode ser percebido na história da humanidade que as pessoas manifestam a necessidade de construir lugares: ambientes para se abrigarem, se protegerem, trabalharem, estudarem, se relacionarem, conviverem e também cultivarem suas crenças, espiritualidade, buscando um relacionamento com as divindades, específicas em cada tradição religiosa.

Os espaços sagrados para o cultivo e desenvolvimento da espiritualidade podem ser caracterizados como templos sagrados, que são construções com características próprias em cada religião. Por lugares sagrados entende-se os ambientes na natureza, tais como: matas, lagos, rios, montanhas, caminhos e outros, e também lugares significativos, como: onde nasceu ou morreu uma pessoa religiosa, um mártir, um líder...

São diversos os espaços sagrados nas diferentes Tradições Religiosas, tais como: Sinagogas; Igrejas; Mesquitas; Casas de Oração; Terreiros; Templos e outros.

Os Lugares Sagrados sempre existiram na história da humanidade e sempre tiveram lugar de destaque.

Pode-se citar exemplos como: O Muro das Lamentações, que é o lugar mais sagrado e venerado pelo povo judeu, por lembrar e ser uma relíquia do último templo de Jerusalém; Meca, pois, é a cidade sagrada dos muçulmanos, localizada na Arábia Saudita, lugar em que o profeta Maomé proclamou o Islamismo; O Rio Ganges para os hinduístas, no qual eles acreditam que uma pessoa pode se limpar de seus pecados e curar doenças. Para os Indígenas, toda a terra é um lugar sagrado, bem como todos os elementos que ela contém. Os terreiros de Umbanda e Candomblé são considerados lugares sagrados e também locais de resistência e preservação cultural. Neles ocorrem, além das manifestações religiosas, o encontro da comunidade, integrando as crianças e os adultos (TRANSCENDENTE, 2010).

Para os Mórmon “templos são edifícios sagrados, considerados como as casas do Senhor. São as estruturas mais sagradas sobre a terra”. (IGREJA DOS SANTOS DOS ÚLTIMOS DIAS (2011)

Diante da diversidade de lugares e espaços sagrados, pode-se perceber o imaginário religioso presente na atualidade, através da arte manifestada de diferentes formas, dos símbolos, ritos, textos sagrados, mitos.

Esta manifestação diversificada do Sagrado é uma forma de dialogar com a vida, pois, ela esta intrinsecamente ligada ao sentimento religioso e as diferentes formas de expressões. Diversidade esta que também se faz presente no Brasil, pela sua história, caracterizada pelas diferentes etnias que os compõem.

Compreender a diversidade religiosa é entender o sagrado que está no outro, é transcender, é respeitar preceitos, valores e princípios importantes à realidade do outro. É viver e construir a paz em relacionamentos de alteridade.

É dever da escola, enquanto instituição que lida com o Saber, o Ser e o Fazer, promover a compreensão das diferenças religiosas por meio do conhecimento, haja visto que a educação é direito de todos, e esta necessita ser um lugar para todos, onde todos possam se sentir bem em suas diferenças. Como afirma Pozzer (2007, p.241): "O ambiente escolar é o local onde se encontram todas as diferenças possíveis. Estando em uma sala de aula, todo o educando carrega consigo tudo o que é, o que sente, o que crê, o que sonha. A religiosidade de cada educando está presente no ser que está aí. O desafio da educação está em acolher esse ser como 'outro' e não como mais um, enfrentando o risco da uniformização de massas, onde 'Eu sou mais um'".

Sendo assim, a disciplina de Ensino Religioso enquanto componente curricular da escola, deverá proporcionar o conhecimento da diversidade religiosa e ser uma mediadora do diálogo interreligioso, assegurando a todos os educandos o respeito à liberdade de fé.  Neste ínterim o Fonaper (1997), como afirma Daneliczen  (2007, p. 239), diz que “estudar, investigar e conhecer diferentes expressões, ensinamentos, princípios, símbolos, valores, rituais, concepções, entre outros aspectos, da própria cultura religiosa, dos colegas e povos amplia horizontes e contribui na construção de referenciais como respeito e acolhimento ao outro no contexto educativo; assim como auxilia a erradicar sentimentos de estranheza e possíveis leituras preconceituosas em relação às diferenças”.

RELATO DA EXPERIÊNCIA

O projeto foi pensado, elaborado e executado pela professora de Ensino Religioso Cleusa Schmidt Krüger, com o auxílio da Orientadora Cristiane Lielb e com a participação da professora de Artes Denise Tomaseli. A realização se deu por conta da intenção em proporcionar aos estudantes a experiência de estar em espaços sagrados de diferentes tradições religiosas, a fim de ter um contato com as diversas manifestações de fé.

Durante o ano letivo trabalhou-se nas aulas de Ensino Religioso com as turmas dos 8ºs anos diversos conteúdos, dentre eles: A religião e as questões existenciais; Religiosidade: Uma dimensão da pessoa humana; A religião e a construção/organização do mundo; Influência da Cultura Religiosa na Sociedade; Símbolos que identificam as religiões; Símbolos religiosos; Ritos presentes na vida; Os Ritos em algumas Tradições Religiosas; Textos Sagrados de Tradições Religiosas e ensinamentos para a vida.

Os conteúdos citados estão de acordo com a Proposta Curricular de Jaraguá do Sul, em consonância com a Proposta Curricular de Santa Catarina e com os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Religioso. Estes foram os conteúdos propostos em que se deu a construção do conhecimento para realizar este projeto, pois, proporcionou aos educandos condições de diálogo e respeito da diversidade religiosa.

Com intuito de aprofundar os conteúdos trabalhados, realizou-se a viagem de estudos com as turmas dos 8ºs anos, visitando diversos Templos Sagrados na cidade de Curitiba - PR, onde os educandos também participaram de palestras com diversos líderes religiosos.

Os Templos visitados foram: Budista Primordial; Mesquita Al Imam Ali Ibn Abi Taleb; Terreiro de Umbanda Pai Maneco e também visitou-se o Museu Sacro.

A viagem aconteceu no dia 15 de Setembro de 2010, na qual tivemos a participação da grande maioria dos educandos e 3 educadoras. Saímos de Jaraguá do Sul às 6h30 e chegamos em Curitiba em torno das 9:30min.

O primeiro local visitado foi o Templo Budista Primordial, os quais foram muito receptivos. Participou-se de uma palestra e assistiu-se um vídeo. O segundo local foi a Mesquita. A chegada foi por volta das 10:40min., foi interessante pois, todos tiraram os calçados e as meninas cobriram a cabeça com um véu, houve um sentimento de respeito. Também participou-se de uma palestra, na qual os alunos fizeram diversas perguntas e se houvesse mais tempo, ainda fariam outras. As 12:30min. realizou-se o almoço e depois realizou-se um pequeno passeio e se visitou o Museu Sacro. Alguns estudantes expressaram certo descontentamento, pois neste ambiente, não encontraram objetos, símbolos e a história referente a outras tradições religiosas além das relacionadas ao Cristianismo, ou seja, a diversidade religiosa não fora contemplada.

O último templo visitado foi o Terreiro de Umbanda Pai Maneco. Chegou-se no local às 15:30min., onde também foram muito receptivos, participou-se da palestra em que os estudantes fizeram muitas perguntas, um deles, inclusive, que também é umbandista foi convidado a tocar o atabaque. Foi um momento de profundo respeito ao objeto sagrado. O mesmo pediu permissão a Ialorixá da casa para tocar. Os estudantes gostaram muitos, ficaram encantados.  A saída para o retorno se deu às 18h e a chegada foi aproximadamente às 21h.

O guia que orientou o grupo foi muito receptivo e interativo elogiando o envolvimento e a postura de respeito e ao mesmo tempo o interesse em conhecer os espaços visitados. Foi uma experiência gratificante e inesquecível para todos.

A colaboração da Orientadora Cristiane Lielb foi de suma importância para a realização deste projeto, pois, a mesma entrou em contato com o Guia Luis de Curitiba, com o qual se organizou os agendamentos dos locais; estabeleceu contato com os pais e com a companhia de viação; providenciou os documentos necessários com o Juiz para poder viajar fora do estado com os educandos, sendo eles de menor idade. Organizou toda a logística da viagem.

A Professora de Artes Denise Tomaseli, por ser simpatizante da proposta do Ensino Religioso e também interessada no estudo do fenômeno religioso, contribui com análises significativas da arte dos templos sagrados.

A avaliação aconteceu através de um relatório realizado em grupo ou individualmente pelos educandos, sobre os conhecimentos adquiridos, e também através de um debate.

Segue alguns trechos dos relatórios:

Educandas do 8º ano 01: Gabriela Berns, Gabriela Peters e Natália R. Koch: “Chegando em Curitiba, o primeiro lugar que visitamos foi o templo Budista “Honmon Butsuryu – Shu do Brasil Templo Nyorenji”, Inaugurado em 05/04/2008 do Budismo Primordial Japonês. O Budismo parte do princípio que a alma é eterna, que é uma só, e o que difere é o corpo e a cultura. Deus no Budismo existe, ele é o criador ou criação, tudo o que é bom, que esteja em nós, está no cosmo, não é uma pessoa. Para eles, Buda não é um Deus, foi qualquer um de nós, é admirado por alcançar a iluminação meditando na Árvore Bodhi. Consideram que são quatro as fases da vida: Nascimento, Velhice, Doença e Morte. Sutras são palavras de Buda que seus discípulos ouviram e passaram adiante, são ensinamentos, que evoluíram com o tempo. O Budismo foi trazido ao Brasil em 1908 pelo Navio Kassato Maru. Depois visitamos a Mesquita Mesquita Al Imam Ali Ibn Abi Taleb. Islã significa Paz. É necessário cultivá-la, buscá-la durante a vida terrena, buscar inteligência espiritual. Para entrarmos, foi necessário tirar os calçados e as meninas cobriram o cabelo com véu. Os meninos foram separados das meninas para haver maior concentração no que se está se passando. Deus na concepção Islâmica é uma energia ilimitada e não há ninguém que seja igual a ele.O livro sagrado é o Alcorão que tem 114 capítulos. As leis são claras, os parâmetros, a lógica e a explicação é muito racional para maior entendimento. São 5 fases do dia para fazer orações: Alvorada 4:55 ou 6:11; Meio dia 12:10; Tarde 15:34; Lua Poente 18:08; Jantar 19:20. Por último visitamos o terreiro de Umbanda,  eles acreditam na existência de Deus e nos Orixás que são energias, forças da natureza. São 7 orixás, cada um com um certo poder. Como cada orixá é responsável por algo, são feitas oferendas sobre algo que está ligado a eles. Oxalá atua em tudo. Em seus rituais eles utilizam a dança, com palmas, cantos, defumações,etc. Há os Exus que são como soldados que protegem a parte material. Eles acreditam em conversas espíritas, ou seja, acreditam que podem “conversar” com os que já faleceram”.

Educanda do 8º ano 01 Ana Caroline Silveira Rech: “No templo Nyorenji tinham muitas pinturas nas paredes de árvores, plantas (natureza). Os sacerdotes recebem nomes diferentes do nome do nascimento. Deus não é Buda, é natureza, é as coisas boas. Definem o corpo em: corpo, alma e espírito, o corpo é apenas um meio para a alma se expressar. Na Mesquita tivemos que tirar os calçados e usar véu na cabeça para cobrir o cabelo, já que para eles o cabelo da mulher também demonstra beleza, e ela deve guardar essa beleza para o pai, mãe, irmãos, esposo (a família). Eles fazem jejum e acreditam que depois a pessoa fica fortalecida, eles não consomem carne suína e nem bebem bebida alcoólica. Acreditam que quando a pessoa morre Deus manda anjos para pegá-la. No Terreiro de Umbanda os Orixás são energias da natureza e permite que ela viva sempre em harmonia. Eles também tem Santos, porque quando os europeus chegaram aqui no Brasil, não aceitaram, então os orixás representam santos, exemplo: Iemanjá – Nossa Senhora dos Navegantes. Umbanda é união de Negro, Branco e Índio.”

Educandos do 8º ano 02 Sabrina França e Jonathan Oecheler: “O primeiro lugar que visitamos foi o Templo Budista Primordial, assistimos um filme e esse falava sobre o grande Buda. Eles acreditam em vida eterna que é o renascimento, que a alma não morre, só a matéria. O segundo lugar foi a Mesquita, aprendemos que as pessoas não tem religião só por ter, mas sim para esclarecer dúvidas da vida. O conhecimento religioso é fundamental ao ser humano. As pessoas precisam refletir para saber se querem ser material ou espiritual. A religião é um meio em que a pessoa alcance dignamente a eternidade que é o paraíso, mas para merecer a eternidade é preciso trabalhar o espírito”.

Diante destes breves relatos pode-se observar e perceber que os conteúdos trabalhados em sala de aula, citados anteriormente, se fazem presentes nos relatórios dos educandos, as análises e questionamentos registrados durante as palestras foram minuciosos e dignos de serem refletidos.

Considerações finais

Foi muito gratificante perceber o sentimento de respeito e de reverência pelos estudantes aos lugares visitados, pelas perguntas feitas aos líderes religiosos e pelos relatórios realizados.

Ao analisar pequenos trechos de alguns dos relatórios pode-se perceber a grandeza de conhecimentos adquiridos pelos alunos. Também, enquanto professora, fiquei impressionada com os detalhes registrados.

Acreditamos que os objetivos foram alcançados e que a experiência se deu em alteridade por estar presente em todos os momentos. Segundo (RISKE-KOCH, 2007, p. 33) “a alteridade é a capacidade de conviver com o outro que é diferente e de se proporcionar um olhar para este outro a partir das diferenças. Significaria que eu reconheço o outro também como sujeito de iguais direitos (...)”.

Com base nesta prática pedagógica, percebe-se que olhar o outro a partir da perspectiva do respeito à diversidade religiosa requer procedimentos, conhecimentos específicos à área e que, para desenvolver aprendizagem sem proselitismo é possível desde que se vá além da doutrinação. Com isso, percebe-se o quanto o componente de Ensino Religioso pode contribuir e somar com as demais áreas do conhecimento na construção de relações onde as diferenças não são empecilhos, mas, meios que educam para o respeito ao outro em sua totalidade.

Essa percepção e compreensão da disciplina de Ensino Religioso é descrita por Markus (2002) ao afirmar que “O Ensino Religioso, portanto, é um espaço de exercício do diálogo inter-religioso, de uma forma democrática, consciente e respeitosa, que leva à mútua aprendizagem”.

Diante do relato compreende-se a importância deste projeto e de organizar outros, de proporcionar práticas pedagógicas significativas e prazerosas exercitando assim o diálogo inter-religioso.

REFERÊNCIAS

Igreja dos Santos dos últimos dias e Mórmon. Templos Sagrados. Disponível em: >. Acesso em 16 fev. 2011.

O TRANSCENDENTE. Lugares Sagrados. Florianópolis, out./nov. de 2010.

MARKUS, C. Cadernos do Comin – Culturas e Religiões: Implicações para o Ensino Religioso. São Leopondo/RS, 2002. Monografia (Especialização em Ensino Religioso). Instituto Ecumênico de Pós-Graduação em Teologia, da Escola Superior de Teologia.

POZZER, Adecir. Alteridade e Religiosidade na aula de Ensino Religioso. In: CAMARGO, César da Silva; CECCHETTI, Elcio; OLIVEIRA, Lílian Blanck (Orgs) . Terra e Alteridade: pesquisas e práticas pedagógicas em Ensino Religioso. São Leopoldo: Nova Harmonia, 2007, p. 241-248.

RISKE-KOCH, Simone. Discurso e ensino religioso: um olhar a partir da diferença. Blumenau. FURB, 2007. Dissertação de Mestrado.

Fonte: FONAPER

Comentários

Pablo Ramon Bonin comentou (12/04/2011 - 21hs56):
Muito interessante.
Gostei

Maria Auxiliadôra Martins Melo, de Brasília/DF comentou (14/04/2011 - 21hs24):
A professora fez um excelente trabalho, com toda a certeza o verdadeiro sentido do Ensino Religioso foi aplicado de forma prática, responsável e respeitosa. Parabéns!

Anderson Ferreira Costa comentou (23/04/2011 - 19hs06):
Ótimo projeto! Precisamos mais para que vejam, e principalmente a Professora Roseli Fischimamm, que o ensino religioso pode ser uma disciplina tão importante quanto a matemática, e tão laica quanto a biologia ou a fisica. O conhecimento sobre o fenômeno religioso precisa ser organizado na escola, e esta professora fez isso de forma excelente, me incentivou a dar continuidade a um projeto que tenho na escola em que trabalho e que tentarei postar após os resultados. Parabéns!

CLEUSA SCHMIDT KRÜGER comentou (24/04/2011 - 20hs54):
Querido Anderson Ferreira Costa, obrigada pelo seu comentário. Estou feliz que o relato deste projeto tenha incentivado a continuidade do seu projeto. Precisamos divulgar o Ensino Religioso e mostrar a todos a maravilha desta disciplina.
Aguardo a postagem do seu projeto neste espaço.
Abraços.
Cleusa Schmidt Krüger

CLEUSA SCHMIDT KRÜGERc comentou (24/04/2011 - 21hs09):
Querida Maria Auxiliadôra Martins Melo, agradeço o seu comentário.
"Ninguém nasce odiando a outra pessoa, pela cor da sua pele, por sua origem ou religião. Para odiar as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar". (Nelson Mandela).
Este pensamento me encoraja a ser professora.
É possível aprender a amar, a respeitar...
É possível ensinar a amar, a respeitar e a construir relacionamentos de alteridade.
Abraços.
Cleusa Schmidt Krüger

Francisca Roseane Franco Ribeiro de Sousa comentou (30/04/2011 - 11hs37):
Parabéns professora Cleusa. São trabalhos como este que mostram a nossa grande preocupação e responsabilidade de levarmos para nossos alunos bem como para comunidades externas que o Ensino Religioso precisa e deve estar na escola. Carinhosamente. Professora Roseane.

antônio comentou (13/05/2011 - 12hs11):
Olá! Bom dia e parabéns a todas vocês por esse belo projeto, é muito bom ver a seriedadade de pessoas como você que valorizam a disciplina ensino religioso.

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